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O que é normal, o que não é e quando procurar ajuda quando o assunto é memória?

Todas as chaves perdidas, os nomes de pessoas conhecidas esquecidas, um número de telefone que não vêm a mente. Quando somos jovens, não prestamos muita atenção a esses lapsos, mas à medida que envelhecemos, às vezes nos preocupamos com o que eles significam. Embora seja verdade que certas mudanças cerebrais são inevitáveis quando se trata de envelhecimento, os principais problemas de memória não são um deles. É por isso que é importante saber a diferença entre o esquecimento normal relacionado à idade e os sintomas que podem indicar um problema cognitivo em desenvolvimento.

Quando a perda de memória se torna tão difundida e grave que perturba seu trabalho, hobbies, atividades sociais e relacionamentos familiares, você pode estar experimentando os sinais de alerta da doença de Alzheimer , ou outro distúrbio que cause demência, ou uma condição que imite a demência e seja reversível. É hora de consultar um médico!

O médico fará muitas perguntas sobre sua memória, diz o Prof. Dr. Alexandre Leopold Busse, geriatra e professor na graduação e pós-graduação da Faculdade de Medicina da USP, incluindo:

-quanto tempo você ou outras pessoas notaram o problema com sua memória,

-que tipos de coisas têm sido difíceis de lembrar,

-se a dificuldade surgiu gradualmente ou repentinamente,

-se você está tendo problemas para fazer coisas comuns do dia-a-dia.

O médico também vai querer saber quais medicamentos você está tomando, como está dormindo, se está deprimido ou estressado ultimamente, e outras perguntas sobre o que está acontecendo em sua vida. É provável que o médico também peça a você ou seu familiar que acompanhe seus sintomas e volte a verificar em alguns meses. Se o seu problema de memória precisar de mais avaliação, o seu médico poderá enviá-lo a uma neuropsicóloga, diz Gislaine Gil, neuropsicóloga, doutoranda em Ciências Médicas pela Faculdade de Medicina da USP.